quinta-feira, 31 de março de 2016

Bem-aventurados os humildes de espírito" (Mateus 5:3).

Bem-aventurados OS Humildes de espírito "  (Mateus 5: 3).

 Jesus comeca tocando a Fonte do carater do Cidadão do Reino: SUA atitude parágrafo Consigo MESMO na Presença de Deus. Lucas abrevia ESTA bem-aventurança Pará "Bem-aventurados VOS OS Pobres" (06:20) e registra also Uma desgraça pronunciada POR Jesus Sobre os ricos (6,24). Na sinagoga de Nazaré, Jesus havia lido uma profecia messiânica de Isaías, dos Pobres "Mansos" recebendo o evangelho (Isaías 61: 1; Lucas 4:18) e Mais tarde haveria de, sobriamente, advertir Que o rico NÃO entraria fácilmente sem reino (Lucas 18: 24-25). Mas, enquanto É Verdade que "um grande Multidão o ouvia com prazer" (Marcos 00:37) Porque a penúria dos Pobres OS Traz à humildade Mais fácilmente fazer that um Confortável Abundancia fazer rico, o relato that Mateus Faz fazer Sermão Torna Evidente that Jesus NÃO ESTÁ Falando da Pobreza Econômica. NÃO E Impossível PARA O pobre Ser arrogante NEM PARA O rico Ser humilde. De Estes "Pobres" São aqueles Que, possuindo POUCO OU Muito, TEM Consciência de Seu PRÓPRIO Vazio espiritual.
A grega Palavra, here traduzida Como "humilde", a VEM de Uma raiz Que significa abaixar-se UO encolher-se. Ela se REFERÊ NÃO Simplesmente àqueles Para quem a vida é Uma Luta, mas AOS Homens Que São constrangidos A MAIS abjeta mendicância Porque enguias nao tem Absolutamente nada (Lucas 16: 20-21). Aqui Ela É Aplicada à pecaminosa vacuidade de Uma Falência espiritual absoluta, na qua uma pessoa E compelida a implorar POR Aquilo Que Ela É impotente parágrafo Obter (Jeremias 10:23), e Ao Que Ela Não Tem Nenhum Direito (Lucas 15: 18- 19; 18:13) MAS SEM O Que ELA NÃO PODE viver. Mendigar e Homens duro parágrafo OS, (Lucas 16: 3), especialmente OS orgulhosos e confiantes EM mesmos si, mas IstoÉ Onde NOSSOS Caminhos pecaminosos nsa TEM levado e NÃO veremos o reino do Céu Até Que encaremos ESTA Realidade com humilde simplicidade.
Antonio S. Sousa.

AS BOAS AVENTURANÇAS./ 04 pecadores e humildes


AS BOAS AVENTURANÇAS / 4 Pecadores E HUMILHADOS.
TEM MUITAS havido Abordagens fazer conteudo especifico das Bem-aventuranças. MUITOS sentem Que há Uma Progressão de Pensamento evoluindo atraves delas, that comeca com Uma nova atitude parágrafo Consigo MESMO e Pará com Deus, Passa a Uma Nova Atitude Pará Outros com OS, e culmina com a Reação do Mundo um radical Mudança ESTA. Há Certo mérito Nesta Análise e, se tal Esquema nitido coincidem OU NÃO COM A Ordem Real das Bem-aventuranças, como Idéias certamente estao ali. Para Uma sociedade governada POR algumas concepções errôneas serias do Reino de Deus, como bem-aventuranças fazem Duas afirmações Básicas. Primeiro, Que o reino NÃO ESTÁ Aberto AOS Que se julgam virtuosos e AOS presunçosos, mas Ao pecador suplicante e Vazio Que Chega PROCURANDO POR ELE. Segundo, Que o reino NÃO E PARA O "Poderoso" que obtem O Que deseja Pela Riqueza OU Pela Violência, mas parágrafo Uma Companhia de Homens patients, Que Abrem mao, NÃO SOMENTE de SUAS vontades, mas Até dos SEUS "DIREITOS", EM Prol das Necessidades dos Outros.
AINDA NÃO that explicitamente declarado (Jesus NÃO haveria de Falar claramente de SUA morte Até Um Ano Mais tarde, Mateus 16:21), Não há nada Mais Obvio não Sermão Seu fazer that um centro de Verdade do evangelho Que a Salvação E Pela graça de Deus . Aqui o pré-milenarista ESTÁ palpavelmente Errado. Como poderiam Homens e Mulheres Tão famintos de Justiça (5: 6) e Tao do Necessitados de Misericórdia (5: 7) encontrar lugar num reino governado Por Um Sistema So de lei? E Quem poderia Imaginar Que Cidadãos do Reino terrestre imaginado Pelos pré-milenaristas haveriam de sofrer Perseguição (5: 10-12)? A Justiça do reino NÃO repousa num Sistema de lei, mas Sobre hum Sistema de graça. SEUS santos Padrões São atingíveis Pelos Homens pecadores (5:48). De Outra Maneira, o Sermão da Montanha haveria de Ser fonte de Maior Desespero fazer that a lei de Moisés (Romanos 7.25).
Antonio S. Sousa

AS BOAS AVENTURANÇAS./ 02 caráter./a

AS BOAS AVENTURANÇAS./ 02 caráter./a
Pode-se dizer, com segurança, que o Sermão da Montanha é o mais conhecido, menos entendido e menos praticado de todos os ensinamentos de Jesus.
A mente moderna, tanto religiosa como irreligiosa, tem tratado este sermão das maneiras mais variadas. Como antes notado, alguns o rejeitaram como totalmente impraticável ou positivamente mau. Outros o aceitaram, mas com reservas significativas. O humanismo, na sua forma mais benevolente, viu-o como um código moral notável, mas experimental, totalmente separado da cruz ou de um Cristo divino. O liberalismo religioso o vê mais como um projeto para reconstrução social do que para conversão pessoal. Albert Schweitzer o explicava como uma ética especial, para uma época especial, baseada na crença equivocada de Jesus de que o fim de todos os tempos estava para acontecer.
Entre os conservadores religiosos, muitos pré-milenaristas o vêem como mais uma "lei", inconsistente com uma era de graça, e de aplicação impossível num mundo pecaminoso. Eles esperam o seu cumprimento em um "reino milenial". A grande parte do protestantismo evangélico tem separado a vida em duas arenas, uma pessoal, e outra social. Para eles, a ética do Sermão da Montanha é destinada a conduzir somente os relacionamentos pessoais. Eles consideram impossível aplicar os preceitos deste sermão aos negócios e ao governo.
Tudo isto é para dizer que temos operado uma maravilha em nossos tempos ao tomarmos o documento mais revolucionário da História e transformá-lo em algo manso e inconseqüente. A palavra de Deus tem sido severamente embotada. O evangelho tem sido aparado para ajustar-se ao estilo de vida dos homens indisciplinados e indulgentes.
Antonio S. Sousa.

AS BOAS AVENTURANÇAS./01

AS BOAS AVENTURANÇAS./01

Seria difícil imaginar uma pregação mais revolucionária ou mais importante do que o Sermão do Monte, relatado em Lucas 6 e, na versão mais completa, em Mateus 5, 6 e 7. Jesus já estava pregando o evangelho do reino (Mateus 4:23) quando sentou num monte na Galileia e começou a falar algumas das palavras mais desafiadoras de todos os tempos.

Ele introduz esta mensagem com uma lista de qualidades espirituais conhecidas como as bem-aventuranças (Mateus 5:3-12). Nestes versículos ele diz que os abençoados no reino de Cristo são: os humildes/pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores, os perseguidos.

Vale a pena estudar o significado de cada qualidade para compreender melhor este desafio, mas neste artigo quero comentar sobre o valor geral destes versículos como um todo. Algumas sugestões para ajudar no entendimento das bem-aventuranças:

(1) Não devem ser tratadas separadamente, ou seja, não deve imaginar que teria algum benefício em chorar sem ser misericordioso, ou em ser perseguido se não tiver fome e sede de justiça. Jesus lança um desafio importante: cultivar todas estas qualidades em nossas vidas.

(2) Não são qualidades naturais. Jesus não descreve pessoas que são naturalmente choronas ou mansas. Ele fala das disposições de corações aptos para o reino dele. São características espirituais que exigem autonegação na vida de cada discípulo.

(3) Não devem ser entendidas em termos materiais. O reino de Cristo é espiritual, não uma nação física com fronteiras geográficas. Ele fala de pessoas humildes ou pobres de espírito, uma atitude que não tem nada a ver com sua situação financeira. Ele não fala de pessoas que negociam tratados entre países, mas de pessoas que contribuem à paz entre o pecador e seu Criador. No mesmo sentido, as bênçãos mencionadas nestes versículos devem ser entendidas como descrições da abençoada comunhão com o Senhor, e não como promessas materiais. Não devemos imaginar a ocupação perpétua deste planeta, mas devemos buscar e manter comunhão com seu dono!

Para ter o privilégio de participar do reino de Jesus Cristo, precisamos desenvolver as qualidades descritas nas bem-aventuranças.
Antonio S. Sousa.

REVOLTA. REVOLTA, NADA MAIS

REVOLTA. REVOLTA, NADA MAIS
A Revolta de Absalão. Por causa de sua irmã, Tamar, Absalão mandou executar Amom, o estu- prador. Absalão, após isso, teve de fugir. Abrigou-se com Talmai, filho de Amiúde, rei de Gesur, com quem ficou três anos. Então Absalão apelou para Joabe, pedindo sua mediação diante de Davi (II Sm 14). Conciliado com Davi, Absalão começou a aspirar ao trono. Partiu para Hebrom, a fim de tentar executar o seu propósito. Naquela cidade, Absalão cresceu em autoridade, ao ponto de Davi ser obrigado a fugir de Jerusalém (II Sm 15:13). Davi estabeleceu temporariamente em Maanaim a sede de seu governo, onde também estivera, quando ainda fugia de Saul (II Sm 17:24). Mas Davi contou com a fidelidade de muitos de seus soldados, comandados pelo poderoso Joabe, um general virtualmente invencível. Na batalha final contra Joabe, Absalão feriu-se na floresta de Efraim. Enquanto fugia, os seus cabelos ficaram presos em galhos baixos de uma árvore. Joabe alcançou-o e matou-o, estando ele pendurado no ar (II Sm 18:1-33). Davi recuperou o seu posto, e Joabe cuidou para que os pontos rebelados restantes fossem devidamente anulados, mediante a violência e a matança.
Antonio S. Sousa.

UM ERRO, PODE ACABAR COM SUA VIDA.

UM ERRO, PODE ACABAR COM SUA VIDA.

A fim de tentar ocultar o seu pecado, Davi resolveu livrar-se de Urias, e arranjou as coisas de modo que ele fosse morto em batalha, mediante o recuo das tropas israelitas, deixando-o em uma posição indefensível.
 Que Davi tenha conseguido isso, comprova o que acabo de dizer sobre o poder absoluto e a brutalidade dos reis da antiguidade. Esses eram pecados que não podiam ser remidos, quanto à lei da colheita segundo a semeadura.
 Portanto, a partir daquele instante, a vida de Davi começou a desintegrar-se. Ele havia mandado matar um homem inocente, a fim de tentar ocultar um grave pecado.
 Por essa razão, nunca mais a espada afastou-se de sua família (II Sm 12:10). Também houve o caso do estupro de sua filha, Tamar, por seu irmão mais velho, Amom. Tempos depois, Amom foi executado pelos servos de Absalão, um outro filho de Davi (II Sm 11:13-29). Dois outros filhos rebelaram-se contra Davi, procurando arrancar dele a coroa, a saber, Absalão e Adonias.
Antonio S. Sousa.