sábado, 26 de março de 2016

Nosso ORGULHO.

  Nosso ORGULHO.

Nos indica que a base da ingratidão está no orgulho e egoismo que ainda trazemos em nossos corações.
Como estamos no processo de crescimento interior, ora sofremos e cometemos ingratidão.
 Obviamente vemos com mais clareza quando sofremos.
Devemos, está sempre ligados a Deus, para não errarmos, pois as vezes somos ingratos, por deslize e não nada de consciente.

 Sentimos e ressentimos a dor da ingratidão, quando poderíamos estar mais atento nas mais variadas graças que recebemos.
 Quero que compreendam que a ingratidão é um convite para a perseverança no bem e um golpe a nossa tola vaidade.
 Já a gratidão, o fortalecimento da humildade.
Aprendamos sempre agradecer uma ajuda, por menos que seja, um bom dia, um faça me fovor, abraços pai, sua benção meus pais.
O Orgulho, nos levará mais cedo a sepultura.
Deus seja contigo, que lê esta mensagem.
A paz do Senhor Jesus.
Antonio S. Sousa.

MAIS BENEFÍCIOS, ao lado de Deus.

MAIS BENEFÍCIOS, ao lado de Deus.

Mateus 22: 37 E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. 38 Este é o primeiro e grande mandamento. 39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Apesar da salvação de nossas almas ser a prioridade para Deus, quando estamos no caminho certo, ou seja: Quando nos esforçamos para viver dessa forma (amando a Deus sobre tudo e ao próximo como a nós mesmos), Ele que nos sonda e nos conhece, sabendo estarmos no caminho certo, sabendo estarmos com boas intenções no coração, passa a nos ajudar em tudo, saúde, paz, felicidade, prosperidade e tudo mais que desejamos nesta vida.

Apesar da salvação de nossas almas ser a prioridade para Deus, Ele quer nos dar muito mais ainda aqui neste mundo, porem da mesma forma que a salvação da alma é pela fé em JESUS CRISTO, tudo o mais também só virá pela fé em JESUS CRISTO: Efésios 2: 8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
A paz de Deus, a todos.
Antonio S. Sousa.

SOMOS HOJE BENFEITORES mas....

SOMOS HOJE BENFEITORES mas....

Essas manchas no ato de doar não exime aquele que recebe do sentimento de gratidão, sobretudo se há um vínculo amoroso envolvido no processo; assim como a ingratidão não exime o benfeitor de continuar fazendo o bem; porque é preciso compreender que estamos em processo de aprendizagem evolutiva e ainda quando queremos praticar o certo e queremos elevar nossos sentimentos, eles ainda se deixam macular por nossos atavismos milenares. Há que se ter maturidade e compreensão mútua para entendermos as nossas fraquezas e as do outro.
Há também que se considerar que nossos papéis de benfeitores e beneficiados se alternam no decorrer da vida.
Pensemos nisto, que hoje está por cima, não deve humilhar que recebe, pois não sabemos o que pode nos ocorrer no futuro, podemos passar de ajudador a ajudado, poe ste mesma pessoa que hoje a ajudamos e exigimos submissão.
Todos temos fases, momentos de fragilidade (basta lembrar de como chegamos e como partimos no mundo).
Todos temos oportunidade de ajudar alguém em outros momentos.
Ora somos necessariamente carentes, ora podemos ser generosos.
 Refletindo sobre tudo isso, haverá mais oportunidades de superação e de caminharmos para formas superiores de sentir e fazer.
 E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.
 26 Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas. Marcos 11:25,26.
Deus os abençoe.

Antonio S. Sousa

DEIXEMOS DE SER HIPÓCRITAS E EGOÍSTAS.

DEIXEMOS DE SER HIPÓCRITAS E EGOÍSTAS.
Outra forma de contaminar o gesto de ajuda está na cobrança de retorno, que pode ser uma cobrança sutil ou explícita, pode aparecer na forma de expectativa silenciosa ou de um “jogar na cara” ofensivo.
 A forma não explícita gera mal-estar no beneficiário e a explícita provoca justa revolta.
Há inclusive pais e mães que praticam fartamente essa forma explícita, humilhando filhos, por terem cumprido o que pais e mães devem fazer – doarem-se inteiramente.
Então, o ato do bem ou o amor doado estão claramente aprisionados nas garras do egoísmo.
O que sua mão direita fez a esquerda não precisa saber
Quando você der alguma coisa a um necessitado, não fique contando o que fez, como os hipócritas fazem nas casas de oração e nas ruas. ... Mas... faça isso de tal modo que nem mesmo o seu amigo mais íntimo saiba o que você fez. S. Mat. 6:2 e 3
Deus os abençoe.
Antonio S. Sousa

JESUS, e o nosso DESINTERESSE.

JESUS, e o nosso  DESINTERESSE.

 Esse desinteresse deve ser financeiro, pessoal, afetivo.
Ou seja, é preciso fazer o bem, sem nada querer, esperar ou desejar de volta.
 A coisa porém não é tão simples.
 Primeiro, porque ao fazer o bem, experimenta-se naturalmente um bem-estar interno (hoje comprovado até através de pesquisas que mostram que dar, doar, ajudar libera sensações agradáveis para quem faz).
 Então, ao fazermos o bem, queremos nos sentir bem?
 Sem dúvida que sim!
 E isso eu chamaria – repetindo uma definição que ouvi do meu terapeuta – de um egoísmo saudável.
 Afinal, Jesus disse que deveríamos amar ao próximo como a nós mesmos.
 Ou seja, todos os seres humanos buscam prazer, felicidade, bem-estar e isso é natural.
Ora, muito melhor que esse bem-estar seja provocado por um fazer bem do que por um fazer mal ou por qualquer tipo de vício autodestrutivo.

Apesar disso, considero que num nível mais elevado de doação, o indivíduo dá apenas e somente pelo bem do outro, sem pensar na própria felicidade.
 É certamente o caso de Jesus, ao morrer na cruz, como oferecimento de um exemplo para a humanidade.
Antonio S. Sousa

A VISÃO DE UM INGRATO

A VISÃO DE UM INGRATO
Ora, quando a pessoa que recebeu a ajuda, seja em forma de dinheiro, apoio, solidariedade, incentivo, colo… – se vê numa situação melhor, de maior segurança, de retomada de sua autonomia, até de euforia, porque conquistou posições e patamares antes impensáveis (muitas vezes com o próprio esforço sim, mas a partir da ajuda recebida) – então, a pessoa não quer mais se lembrar daquele instante de fragilidade, quer negar para si mesma que precisou um dia de apoio, quer atribuir todas as suas conquistas apenas a si mesma, aos próprios méritos.

 Não quer dividir o sabor da vitória, relembrando um momento em que estava “por baixo”.
Então, nega o benfeitor, esquece-o, até pode agredi-lo e eliminá-lo simbolicamente, porque é humilhante para o seu status atual, fazer referências a um estado anterior de carência.
 Então, faz aquilo que o ditado popular tão pitorescamente expressa: “cospe no prato que comeu”.
 Lembro o que aconteceu em Lucas 17:11 a 19, Leiam onde fala do milagres de Jesus a 10 leprosos. e só um voltou para agradecer.
A paz de  Deus a todos.
A paz de Deus a todos.
Antonio S. Sousa.